Archive for ‘monicapetroski’

2013/08/01

Bazaar Turquia

Quando eu tinha uns 5 ou 6 anos lembro de algumas aulas de dança: ballet, jazz, ginástica rítmica. Não tinha muito ritmo (e não tenho até hoje) e acabei desistindo. O que eu gostava mesmo era do meu collant, do meu tutu e das minhas polainas cor-de-rosa. Durante a graduação, nas minhas tentativas de coleções femininas sempre estavam presentes referências de ballet, Edgar Degas e movimento impressionista. O editorial a seguir da Harper’s Bazaar Turquia do mês de agosto com a modelo Hanne Gaby Odiele é um pouco nostálgico.

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2013/01/02

Premiére Reveillon

Ano Novo, Vida Nova!
Bem, nem muita coisa mudou (RsRsRs), mas que venha 2013!

Look Happy New Year: camisa de seda amarela e short estampa Liberty da Fiix e bralet da Janiero. Tudo na Farfetch!

Make & Hair: Adriano Hargan.

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2012/01/08

Dia da Fotografia

Hoje, dia 08 de Janeiro, é comemorado o Dia da Fotografia e/ou o Dia do Fotógrafo. Uma vez na faculdade tive que fazer um trabalho sobre alguns fotógrafos de moda, e respectivamente, o estilo fotográfico de cada um.

Na história da fotografia, registra-se que as mesmas serviam para retratar ou documentar uma época e eram vistas com superficialidade e frivolidade. A fotografia de moda iniciou em torno de 1850, mas tornou-se instrumento comercial por volta de 1890, através dos jornais ou folhetins. Através das imagens de moda, é possível perceber as mudanças sociais, as atitudes e as preferências, como também, examinar os padrões estéticos, visto que, transmitem as tendências do momento. Geralmente, cada revista de moda segue uma linha editorial e está destinada há um público-alvo. As revistas de moda permitem aos leitores se espelharem, sonharem ou desejarem ser aquele personagem.

No pós-guerra, houve uma grande evolução da fotografia de moda e um dos destaques é Richard Avedon.

Por isto, é um dos fotógrafos selecionados, como também, a sueca Sandra Freij

e o brasileiro Jacques Dequeker.

Seguem os posts sobre cada um.

2011/12/09

Liya Kebede para Número

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2011/11/03

Pé na Estrada

2011/09/22

Reabertura da Triton

Eu nem imaginava que a Triton tinha fechado.

Especialmente, porque passei pelo Iguatemi e vi toda abertinha, mas percebi que tiveram algumas reformulações.

Hoje rola um coquetel de reabertura e depois uma festa no Nomuro, na Lagoa. Bora?!

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2011/09/10

Pedro Gurgel: hoje em Guimarães

2011/07/24

Carlos Miele Jeans

Essa campanha foi fotografa em meados do mês de Abril, ou seja, não é nenhuma novidade.

É que ontem, ao folhear a Vogue Paris, adorei encontrar a campanha do Carlos Miele pelo meio.

A campanha é estrelada pela brasileira Martha Streck e o vídeo produzido pelo Hugo Prata, da Zulu Filmes.

2011/06/25

Harper’s Bazaar, Prada e Claudia Schiffer

2011/01/20

Família êh! Família ah! Família!

“Família é prato difícil de preparar”

(do livro O Arroz de Palma, de Francisco Azevedo)

Família é prato difícil de preparar.

São muitos ingredientes, reunir todos é um problema. Pouco importa a qualidade da panela, fazer uma família exige coragem, devoção e paciência. Não é para qualquer um. Os truques, os segredos, o imprevisível. Às vezes, dá até vontade de desistir. Preferimos o desconforto do estômago vazio. Mas a vida, (azeitona verde no palito) sempre arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite. O tempo põe a mesa, determina o número de cadeiras e os lugares. Súbito, feito milagre, a família está servida.

Fulana sai a mais inteligente de todas. Beltrano veio no ponto, é o mais brincalhão e comunicativo, unanimidade. Sicrano, quem diria? Solou, endureceu, murchou antes do tempo. Este é o mais gordo, generoso, farto, abundante.

Aquele o que surpreendeu e foi morar longe. Ela, a mais apaixonada. A outra, a mais consistente.

E você?  É, você mesmo, que me lê os pensamentos e veio aqui me fazer companhia. Como saiu no álbum de retratos? O mais prático e objetivo? A mais sentimental? A mais prestativa? O que nunca quis nada com o trabalho? Seja quem for, não fique aí reclamando do género e do grau comparativo. Reúna essas tantas afinidades e antipatias que fazem parte da sua vida. Não há pressa. Eu espero. Já estão aí? Todas? Ótimo. Agora, ponha o avental, pegue a tábua, a faca mais afiada e tome alguns cuidados. Logo, logo, você também estará cheirando a alho e cebola. Não se envergonhe de chorar. Família é prato que emociona. E a gente chora mesmo. De alegria, de raiva ou de tristeza.

Primeiro cuidado: temperos exóticos alteram o sabor do parentesco. Mas, se misturadas com delicadeza, estas especiarias, que quase sempre vêm da África e do Oriente e nos parecem estranhas ao paladar tornam a família muito mais colorida, interessante e saborosa.

Atenção também com os pesos e as medidas. Uma pitada a mais disso ou daquilo e, pronto, é um verdadeiro desastre. Família é prato extremamente sensível. Tudo tem de ser muito bem pesado, muito bem medido. Outra coisa: é preciso ter boa mão, ser profissional. Principalmente na hora que se decide meter a colher. Saber meter a colher é verdadeira arte. Uma grande amiga minha desandou a receita de toda a família, só porque meteu a colher na hora errada.

O pior é que ainda tem gente que acredita na receita da família perfeita. Bobagem. Tudo ilusão. Não existe

Família à Oswaldo Aranha; Família à Rossini, Família à Belle Meuni; Família ao Molho Pardo,  em que o sangue é fundamental para o preparo da iguaria. Família é afinidade, é a  Moda da Casa. E cada casa gosta de preparar a família a seu jeito.

Há famílias doces. Outras, meio amargas. Outras apimentadíssimas. Há também as que não têm gosto de nada, seriam assim um tipo de Família Dieta, que você suporta só para manter a linha.  Seja como for, família é prato que deve ser servido sempre quente, quentíssimo. Uma família fria é insuportável, impossível de se engolir.

Enfim, receita de família não se copia, se inventa. A gente vai aprendendo aos poucos, improvisando e transmitindo o que sabe no dia a dia. A gente cata um registro ali, de alguém que sabe e conta, e outro aqui, que ficou no pedaço de papel. Muita coisa se perde na lembrança. O que este veterano cozinheiro pode dizer é que, por mais sem graça, por pior que seja o paladar, família é prato que você tem que experimentar e comer. Se puder saborear, saboreie. Não ligue para etiquetas. Passe o pão naquele molhinho que ficou na porcelana, na louça, no alumínio ou no barro. Aproveite ao máximo. Família é prato que, quando se acaba, nunca mais se repete.

 

“Se tivéssemos consciência do quanto nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes”